10 - mar/26

A Secretaria Municipal de Saúde de Assú executa nesta terça-feira (10), a primeira etapa do Dia D da campanha “Março Delas – Cuidar, Prevenir e Viver”. O atendimento ocorre em todas as 16 Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio de livre demanda, sem necessidade de agendamento prévio. A programação faz parte de um cronograma estratégico que se repetirá no dia 24 de março para ampliar o acesso aos serviços diagnósticos.

As unidades de saúde do município oferecem hoje a coleta de preventivo (citologia oncótica), exame clínico das mamas e solicitação de mamografias conforme critérios clínicos. A meta estabelecida é realizar, até o dia 31 de março, 40 exames preventivos extras por unidade, totalizando 640 procedimentos adicionais.

Além da oncologia, as equipes realizam testes rápidos para detecção de HIV, sífilis e hepatites, além de avaliações ginecológicas pelo médico.

O Dia D integra um plano de regulação ativa para consultas ginecológicas e em mastologia. Para garantir a fluidez do sistema e o objetivo de zerar a fila, a prefeitura organiza a oferta de 800 ultrassonografias e amplia o agendamento de mamografias durante todo o mês.

MÊS DA MULHER

A programação de março em Assú inclui uma força-tarefa no CASM para realizar 400 ultrassonografias mamárias e 400 transvaginais com o objetivo de zerar a demanda reprimida. As Unidades Básicas de Saúde promovem rodas de conversa semanais sobre sexualidade, autocuidado e sinais de alerta para o câncer. O planejamento encerra com uma semana exclusiva para entrega de resultados, garantindo avaliação imediata de exames alterados.

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10 - mar/26

A Prefeitura do Assú avançou na execução de políticas públicas voltadas à segurança e dignidade da mulher com a realização de um encontro técnico na noite desta segunda-feira (9). O evento, ocorrido no Cine Teatro Pedro Amorim, contou com a presença do prefeito Lula Soares e da vice-prefeita Dra. Isabela Moraes, reunindo gestores intersetoriais para estabelecer o plano de operação do programa Maria da Penha vai à Escola no município. A iniciativa integra o cronograma do Mês da Mulher e foca na construção de valores de cidadania dentro das unidades de ensino.

Durante a atividade, o prefeito Lula Soares destacou que o trabalho visa substituir comportamentos historicamente naturalizados por uma nova cultura baseada no respeito e na igualdade. “Trabalhar esse tema dentro da escola é fundamental, pois é ali que formamos cidadãos e construímos valores para o futuro”, pontuou o gestor. A articulação do programa conta com o empenho direto da vice-prefeita Dra. Isabela Moraes, que atua no fortalecimento da rede para que as ações cheguem com intensidade às instituições educacionais.

O esforço conjunto envolve as secretarias de Educação, Saúde, Assistência Social e Mobilidade. Além do planejamento escolar, a gestão municipal mantém frentes de atendimento com mutirões de exames preventivos, suporte psicológico e orientação jurídica. A meta institucional é garantir que os serviços de proteção cheguem a todos os pontos da cidade, consolidando Assú como um município comprometido com a dignidade, segurança e respeito as mulheres.

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10 - mar/26

A rotina dos moradores de Linda Flor ganha uma alternativa prática para cuidados médicos a partir desta segunda-feira (9). A Secretaria de Saúde reativou o cronograma de funcionamento estendido na Unidade Básica de Saúde da comunidade com foco direto no cidadão que trabalha em horário comercial. O atendimento ocorre entre 17h e 21h com uma equipe completa formada por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e profissionais de diversas áreas prontos para realizar consultas e procedimentos básicos.

Para utilizar o serviço o morador deve realizar o agendamento prévio com o Agente Comunitário de Saúde de sua área. Essa organização garante agilidade no fluxo da unidade e evita esperas desnecessárias para quem precisa de assistência rápida perto de casa. A presença de profissionais capacitados no turno da noite diminui a procura por urgências na UPA 24h e resolve demandas preventivas dentro da própria localidade.

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10 - mar/26

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte emitiu decreto de nº 35.354, que estabelece novas regras para o planejamento, execução e prestação de contas das emendas parlamentares individuais impositivas na modalidade de transferência especial.

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10 - mar/26

O Rio Grande do Norte foi o estado que mais ampliou a capacidade de geração de energia elétrica no país no primeiro bimestre de 2026. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) mostram que o estado adicionou 640 megawatts (MW) ao sistema, liderando a expansão nacional no período. Apenas em fevereiro, entraram em operação no Brasil 16 empreendimentos, sendo 14 solares fotovoltaicos, uma usina eólica e uma pequena central hidrelétrica. Desse total, 13 começaram a operar em território potiguar, consolidando o estado como o principal polo de expansão da geração elétrica no país no início do ano.

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10 - mar/26

Um ciclista de 78 anos morreu após se envolver em um acidente de trânsito no km 82 da BR-110, em Upanema, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A ocorrência foi registrada por volta das 5h desta terça-feira (10).

De acordo com as informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caso foi do tipo colisão com bicicleta e resultou na morte do idoso ainda no local. O veículo envolvido no atropelamento fugiu e, até o momento, não havia sido identificado.

Uma equipe da PRF foi acionada e esteve no local. Ainda não se sabe quais as circunstâncias da colisão. A identidade da vítima não foi divulgada até a última atualização desta reportagem.

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10 - mar/26

Desde o início da guerra com o Irã, os preços do petróleo registraram alta e oscilam em torno de 100 dólares por barril.

O tráfego marítimo na região foi afetado após ataques atribuídos ao Irã contra embarcações. Pelo menos cinco navios foram atingidos, e apenas um número limitado de petroleiros tem transitado pela área. A via marítima responde por cerca de 20% do fornecimento global de petróleo e gás natural liquefeito (GNL).

Um alto funcionário da Guarda Revolucionária Iraniana afirmou em 2 de março que o Estreito de Ormuz estava fechado e alertou que o Irã abriria fogo contra qualquer navio que tentasse passar.

Em 7 de março, a Guarda Revolucionária informou ter atingido um petroleiro com bandeira das Ilhas Marshall no estreito, segundo a mídia estatal iraniana.

A United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) relatou diversos ataques contra navios na região desde 1º de março. Entre os registros estão um petroleiro próximo ao Kuwait e um navio porta-contêineres no Estreito de Ormuz.

Diante da situação, as Forças Armadas dos Estados Unidos elaboram um plano para facilitar a passagem de embarcações pela região. A informação foi divulgada pelo assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, em entrevistas à CNBC e à Bloomberg Television na sexta-feira (6).

Hassett afirmou que não poderia apresentar detalhes sobre o cronograma das ações.

Trump também afirmou que a Marinha dos Estados Unidos poderia escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz. O presidente orientou ainda a Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos a fornecer seguro contra riscos políticos e garantias financeiras para a navegação no Golfo.

Segundo o relato, armadores e analistas do setor avaliam que essas medidas podem não ser suficientes para restabelecer o fluxo normal de navios na região.

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10 - mar/26

Em dia de reviravoltas no mercado financeiro, o dólar teve forte queda e praticamente compensou a alta acumulada desde o início da guerra no Oriente Médio. A bolsa subiu quase 1%, aproximando-se dos 181 mil pontos. O petróleo, que se aproximou dos US$ 120 durante a madrugada, recuou após declarações do presidente Donald Trump de que o conflito está perto do fim.Dólar cai para R$ 5,16 após Trump indicar possível fim da guerra - Agora RNDólar cai para R$ 5,16 após Trump indicar possível fim da guerra - Agora RN

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira 9 vendido a R$ 5,165, com queda de R$ 0,079 (-1,52%). A cotação teve um dia volátil, abrindo em R$ 5,28, mas desacelerando com investidores vendendo dólares para embolsar lucros. Com a redução das tensões internacionais, a cotação estava em torno de R$ 5,20, quando intensificou o recuo após a fala de Trump.

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10 - mar/26

O surgimento de indícios contra Fábio Luís da Silva, o “Lulinha”, levou o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a se tornar um dos focos das investigações da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, no Congresso Nacional.

No fim do mês passado, numa reunião tumultuada, os parlamentares conseguiram aprovar a quebra do sigilo fiscal, bancário e telemático de Lulinha.

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulou a decisão. A comissão de inquérito deve apresentar um recurso e também mira um convite para ouvir esclarecimentos do magistrado.

A cúpula da CPMI se reuniu nesta segunda-feira (9) com a Advocacia do Senado para tratar do recurso. O pleno do STF analisará a decisão de Dino em julgamento virtual a partir do dia 13 de março.

A quebra de sigilo de Lulinha identificou que ele movimentou R$ 19,5 milhões entre 2022 e 2026. Os dados foram obtidos pela CPMI. A defesa do filho do presidente criticou os vazamentos das informações.

Lulinha não é investigado pela Polícia Federal, mas foi mencionado ao longo das apurações. O nome dele apareceu nas operações de busca e apreensão contra a empresária Roberta Luchsinger, realizada em meados de dezembro do ano passado.

A PF apura se Lulinha manteve uma sociedade oculta por meio de Roberta com Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A empresária também teve a quebra de sigilo aprovada pela CPMI e, depois, suspensa por Dino na quarta-feira (4).

Com as anulações determinadas por Dino, os acessos às informações sigilosas foram suspensos. Se o pleno do STF referendar o despacho do ministro, os pedidos de quebras de sigilo devem precisar ser votados novamente, de forma individual e não em bloco, pela CPMI.

Mendonça quebra sigilo

O ministro André Mendonça autorizou o pedido da PF para quebrar o sigilo do Lulinha antes mesmo da decisão da CPMI do INSS.

Segundo a apuração, a solicitação da PF foi motivada por suspeitas de “mesadas” a Lulinha. No pedido encaminhado ao Supremo, a corporação listou transferências que teriam como destinatário Fábio Luís e requereu o acesso aos dados bancários. A medida, então, foi autorizada por Mendonça.

No relatório sob sigilo, a PF aponta supostos pagamentos de mesadas de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, a Lulinha, por meio da amiga dele. De acordo com a Polícia Federal, ele seria um sócio oculto.

Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam, segundo apuração preliminar, pagamentos para Lulinha facilitar acesso de Antunes a locais específicos em Brasília — algo que é negado pela defesa de ambos.

Ao STF, a defesa de Lulinha disse que a quebra de sigilo não era necessária. Em petição endereçada a Mendonça, o filho do presidente se colocou à disposição da Justiça para esclarecimentos. “Estamos absolutamente tranquilos quanto ao resultado da quebra, pois ele não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime”, escreveu o advogado Guilherme Suguimori.

Com informações da CNN

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10 - mar/26

A decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não integrar a coalizão internacional “Escudo das Américas”, formada por 13 países para combater o narcotráfico e organizações criminosas, gerou críticas de analistas e opositores. A iniciativa tem como objetivo ampliar a cooperação entre nações no enfrentamento a cartéis por meio de troca de inteligência, operações policiais e rastreamento financeiro de redes criminosas.

Segundo críticos da medida, o Brasil optou por não aderir ao grupo e preferiu manter alinhamento diplomático com países como Colômbia e México em temas ligados à segurança regional. O posicionamento também ocorre em meio ao debate internacional sobre a classificação de facções criminosas como organizações terroristas.

O governo brasileiro também tem defendido cautela em relação à proposta dos Estados Unidos de incluir facções como Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho em listas internacionais de terrorismo. Para especialistas, essa classificação poderia ampliar instrumentos jurídicos de cooperação internacional contra esses grupos.

Críticos afirmam que a postura brasileira estaria ligada a afinidades políticas com o presidente colombiano Gustavo Petro, que defende estratégias de negociação e diálogo em algumas frentes do combate ao narcotráfico. O tema tem provocado debate sobre qual modelo de enfrentamento ao crime organizado deve prevalecer na região.

Enquanto isso, pesquisas recentes sobre percepção pública indicam que a segurança continua entre as maiores preocupações da população brasileira. O debate sobre cooperação internacional no combate ao crime organizado tende a ganhar força diante do avanço das facções e da pressão por respostas mais duras no enfrentamento ao narcotráfico.

Com informações do Diário do Poder

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10 - mar/26

A possível classificação das facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos passou a ser um dos temas sensíveis na preparação de um encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A reunião entre os dois líderes estava inicialmente prevista para março, mas ainda não tem data confirmada.

A proposta do governo norte-americano faz parte de uma estratégia mais ampla de combate ao narcotráfico na América Latina. Caso as facções brasileiras sejam enquadradas como grupos terroristas internacionais, Washington poderia ampliar instrumentos legais para atuar contra essas organizações, inclusive com cooperação policial e financeira mais agressiva.

No governo brasileiro, a medida é vista com cautela. Integrantes da diplomacia avaliam que a classificação pode abrir brechas para interferências externas em território nacional. O argumento é de que, pela legislação brasileira, terrorismo envolve motivações políticas, ideológicas, religiosas ou discriminatórias — o que, segundo especialistas, não se enquadraria em organizações criminosas voltadas principalmente ao lucro.

A preocupação levou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a tratar do assunto em conversa telefônica com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. O chanceler brasileiro buscou argumentar contra o avanço da proposta de classificação das facções.

Analistas avaliam que o tema pode entrar na pauta da reunião entre Lula e Trump, quando ela ocorrer. Para especialistas em relações internacionais, o Brasil tende a defender uma abordagem baseada em cooperação entre países no combate ao crime organizado, evitando classificações unilaterais que possam gerar tensões diplomáticas ou questionamentos sobre soberania.

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10 - mar/26

A possibilidade de um acordo de delação premiada envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro tem sido recebida com forte ceticismo por investigadores da Polícia Federal. Internamente, a corporação discute se uma eventual colaboração do empresário teria utilidade real para o avanço das investigações.

Segundo apurações, o principal questionamento entre os investigadores é se Vorcaro teria nomes relevantes para entregar. A avaliação de integrantes da PF é de que uma delação só faria sentido caso revelasse personagens do chamado “andar de cima” do esquema investigado.

Nas palavras de um investigador ligado ao caso, o banqueiro “teria que delatar para cima e não para baixo”. A discussão, porém, é considerada complexa e até subjetiva entre os policiais, já que existe debate sobre quem poderia ser enquadrado como parte do nível mais alto da suposta organização.

Vorcaro é apontado pelos investigadores como possível líder de um esquema que teria movimentado bilhões de reais por meio de operações ligadas ao Banco Master. A Polícia Federal tenta entender a extensão da rede de relações políticas e institucionais envolvidas no caso.

Nos bastidores da investigação, surgiram indícios que mencionam possíveis conexões com autoridades de alto escalão, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal, parlamentares e dirigentes de autarquias. Mesmo assim, a PF afirma que qualquer eventual acordo dependerá da relevância e da consistência das informações que possam ser apresentadas pelo banqueiro.

Com informações da CNN

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