28 - abr/26

Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta terça-feira (28), a segunda fase da Operação Amicis. Nesta etapa, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pelo Poder Judiciário. A prisão ocorreu em um condomínio de alto padrão localizado no bairro Emaús, em Parnamirim, na Grande Natal.

A ação é um desdobramento das investigações iniciadas na primeira fase da operação, em junho de 2025, que apura a prática de crimes tributários, fraude patrimonial, estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A partir da análise pericial de aparelhos eletrônicos apreendidos, foram identificados novos e relevantes elementos probatórios.

Os exames técnicos apontaram indícios de vazamento de informações sigilosas relacionadas ao cumprimento de medidas cautelares, havendo elementos que indicam que investigados tiveram conhecimento prévio da operação policial antes de sua deflagração oficial.

Também foram identificados indícios de suposta destruição deliberada de provas digitais após o vazamento, mediante exclusão de mensagens, registros de comunicação e outros dados relevantes, posteriormente recuperados por meio de perícia técnica.

Diante das novas evidências, a Polícia Civil representou pela adoção de novas medidas cautelares, com o objetivo de preservar elementos de prova e aprofundar as investigações. Entre as medidas, foi requerida a prisão temporária de um dos principais investigados, apontado por suposta participação em crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e estelionato.

Com o avanço das diligências, além dos crimes já investigados, surgem indícios da prática de delitos contra a Administração Pública e contra a Administração da Justiça, sem prejuízo de outras infrações penais que possam ser identificadas no decorrer da investigação.

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28 - abr/26

Foto: Evaristo Sá/AFP e Reprodução/TV Cultura

A PGR (Procuradoria-Geral da República) arquivou um pedido para investigar o ministro do STF Gilmar Mendes por suposto crime de homofobia em declarações contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo).

PGR não viu crime nas declarações de Gilmar Mendes

“Não se verifica, no contexto apresentado, conduta que configure lesão efetiva e atual a direitos coletivos da população LGBTQIA+ que demande intervenção ministerial”, diz o despacho, assinado pelo procurador Ubiratan Cazetta, chefe de gabinete do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Entenda o caso

Em entrevista, Gilmar citou possibilidade de que se façam “bonecos de Zema como homossexual” ao reclamar de críticas do ex-governador ao STF. O ministro indagou, ainda, se isso não seria “ofensivo”. “Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Ou se fizermos ele roubando dinheiro no estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso?”, disse Gilmar ao portal Metrópoles.

Gilmar reconheceu depois que declaração foi “inadequada”. Ele afirmou ter errado ao citar homossexualidade como “acusação injuriosa” e pediu desculpas. “Não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo”, publicou Gilmar no X.

Em resposta, Zema reagiu e disse que Gilmar “extrapola cada vez mais os limites”. “Inacreditável. Gilmar Mendes equipara a nossa sátira dos intocáveis com uma possível sátira do STF me representando como homossexual e ladrão. Se comporta como um INTOCÁVEL. Acima de tudo e todos. Que vergonha”, criticou Zema.

UOL

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28 - abr/26

Foto: Divulgação/ABC

A diretoria do ABC Futebol Clubeapresentou ao Conselho Deliberativo os avanços na negociação de uma transação tributária com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que pode reduzir a dívida do clube em cerca de R$ 15,2 milhões.

Segundo os dados, o passivo tributário federal é de R$ 24,9 milhões. A proposta em análise prevê pagamento de R$ 9,7 milhões, com desconto de até 70%, entrada de R$ 115,8 mil e parcelamento em até 84 meses.

O clube já protocolou proposta e recebeu uma contraproposta da PGFN, com condições para continuidade das negociações. A resposta foi recebida em abril e ainda aguarda formalização.

A próxima etapa é a análise do Conselho Deliberativo, que deve avaliar e autorizar o avanço do acordo.

De acordo com o vice-presidente jurídico, Ennio Marques, o processo segue critérios técnicos e busca garantir segurança jurídica e transparência. A negociação faz parte do plano de reestruturação financeira do clube.

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28 - abr/26

Foto: Adriano AbreuUm deslizamento de terra foi registrado na madrugada desta terça-feira (28) na Praia do Madeiro, no município de Tibau do Sul, após o volume de chuvas acumulado ao longo do mês. De acordo com a Prefeitura, a queda de barreira provocou o tombamento de árvores que atingiram quatro barracas instaladas na faixa de areia, sem registro de feridos.

Segundo o município, abril já acumula 168 mm de chuva, conforme dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), o que contribuiu para a saturação do solo em diversas áreas. Diante do cenário, a gestão havia emitido alertas prévios à população por meio das redes sociais, orientando atenção redobrada em regiões de encosta.

“A área foi imediatamente isolada pela Coordenadoria da Defesa Civil Municipal e a Secretaria de Meio Ambiente que atuam em conjunto com o Corpo de Bombeiros na desobstrução da faixa de areia e na adoção das medidas necessárias para garantir a segurança da população e dos visitantes”, informou a Prefeitura.

O local já vinha sendo monitorado por equipes técnicas, com registros e acompanhamento contínuo junto aos órgãos de defesa civil. As equipes permanecem mobilizadas no local, e a orientação é que moradores e turistas evitem a área até a conclusão dos trabalhos.

Tribuna do Norte

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28 - abr/26

Foto: José Aldenir/Agora RN

A pesquisa do instituto Data Census que apontava o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra na liderança da disputa ao Governo do RN com mais de 20% foi suspensa pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte.

A decisão, assinada pelo juiz Daniel Cabral Mariz Maia, atendeu ação do Partido Novo e determinou a retirada imediata da divulgação do levantamento (RN-05562/2026). O magistrado identificou falhas graves, como inconsistências no plano amostral, divergências entre dados declarados e aplicados, além de dúvidas sobre contratação e recursos.

Segundo a decisão, os problemas comprometem a “higidez da pesquisa”.

O TRE-RN fixou multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento, podendo ultrapassar R$ 100 mil conforme a Lei das Eleições. A medida vale para qualquer meio de divulgação, inclusive redes sociais.

Apesar disso, até o fechamento desta matéria, o conteúdo ainda permanecia no Instagram de Allyson Bezerra, em possível descumprimento da decisão.

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28 - abr/26

Foto: Saulo Cruz/Agência Senado | Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, acionaram a Justiça contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por danos morais.

O motivo, segundo a ação assinada pelo escritório de Viviane, foram declarações à imprensa do senador associando Moraes ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e sugerindo a existência de circulação de recursos financeiros entre os familiares do ministro e a facção criminosa.

De acordo com a petição, Vieira “excedeu, em muito, o exercício regular de seu direito de livre manifestação, extravasando, inclusive, os limites de sua imunidade material parlamentar”.

A ação diz que as declarações são “fraudulentas, absolutamente inadmissíveis e abusivas”. O documento sustenta que a intenção de Vieira era “ferir” a honra, a dignidade e o decoro de Moraes e Viviane, resultando na violação “dos direitos de personalidade dos ofendidos”.

A peça pede que Vieira pague uma indenização de R$ 20 mil, tendo como base:

  • a gravidade das declarações, consideradas as condições pessoais dos ofendidos e do ofensor;
  • a repercussão negativa decorrente de tais declarações veiculadas por mídia social e impressa tradicional; e
  • os prejuízos causados à reputação e à honra dos autores.

Vieira foi o relator da CPI do Crime Organizado e, em seu relatório final, pediu o indiciamento de Moraes e dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O relatório foi rejeitado após manobra do governo.

O que diz Vieira

Procurado, o senador se referiu à ação como uma “intimidação” que “não vai frear seu trabalho”.

Segundo ele, na condição de relator da CPI do Crime, foram mencionadas pelo parlamentar a existência de “circulação de recursos” entre grupos sob apuração e pessoas ligadas a diferentes esferas, incluindo familiares de autoridades, o que motivou a controvérsia jurídica.

Vieira afirma ainda que suas declarações foram distorcidas. “Eu não disse isso. Em nenhum momento, está gravado. O que eu disse, repito, é provado e confessado, é que eles receberam sim, cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que hoje nós sabemos, era um grupo criminoso”, afirma.

Em declaração anterior, Vieira já havia esclarecido o teor da fala: “O que fiz foi relatar o provável processo de lavagem de dinheiro, realizado por um grupo que contratou os serviços do escritório da família Moraes. Não apontei em nenhum momento uma ligação direta entre o PCC e o referido escritório”, afirmou.

“A intimidação, e a tentativa de tentar constranger por meio de processo não vai parar o nosso trabalho, que é um trabalho que é feito no interesse dos brasileiros que merecem viver num país onde a lei seja igual para todos”, completa o parlamentar.

CNN Brasil

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28 - abr/26

O Carnaval de Parnamirim 2026 entrou para a história como o maior de todos os tempos da cidade. Com investimento da gestão da prefeita Nilda, a festa reuniu cerca de 500 mil pessoas e movimentou R$ 168,1 milhões na economia local, consolidando o evento como um dos principais motores de geração de renda, emprego e fortalecimento do comércio, serviços e turismo no município. Os números do Instituto Fecomércio RN confirmam o sucesso da folia e mostram o impacto direto da festa no desenvolvimento econômico da cidade. Além de bater recorde de público, o evento registrou a maior movimentação financeira da série histórica, superando anos anteriores e fortalecendo Parnamirim como destino de grandes eventos no Rio Grande do Norte.

Para a prefeita Nilda, o resultado é reflexo de uma gestão que planeja, investe e entende o Carnaval como uma importante ferramenta de desenvolvimento social e econômico: “Fizemos o maior Carnaval da história de Parnamirim com muito planejamento, responsabilidade e compromisso com a nossa população. Investimos em estrutura, segurança, limpeza, saúde, grandes atrações e ações sociais porque entendemos que o Carnaval vai muito além da festa. Ele gera emprego, movimenta a economia e fortalece a nossa cidade. Ver esses números históricos é a confirmação de que estamos no caminho certo”, destacou a prefeita.

A aprovação popular também foi expressiva. O evento recebeu nota média de 9,26 do público, com 95,3% das pessoas afirmando que pretendem voltar nas próximas edições. Entre os empresários, mais de 91% avaliaram positivamente o Carnaval, reflexo direto do aumento do faturamento, ampliação de estoques e contratação de mão de obra durante o período. Outro dado que reforça a grandiosidade da festa foi o perfil do público: 58,9% eram turistas e visitantes, demonstrando a força de Parnamirim como polo de atração turística e cultural durante o período carnavalesco.

A gestão Nilda também se destacou pela estrutura diferenciada montada para garantir conforto e segurança aos foliões. Grandes atrações musicais, reforço na limpeza pública, atuação intensificada da saúde, campanhas educativas e ações de enfrentamento ao trabalho infantil e à violência contra a mulher fizeram parte da programação, transformando o Carnaval em uma grande celebração com responsabilidade social.

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27 - abr/26

Fotos: reprodução/ALRN | reprodução/TV Cultura

Em Brasília, toda vida que se fala que João Santana, o marqueteiro que elegeu Lula e Dilma duas vezes presidentes, é dito também que ele não trabalha colocando suas digitais numa campanha se não for por pelo menos 10 milhões de reais.

João Santana apesar de ter sido preso, possui um currículo invejável e inegavelmente se tornou um dos maiores publicitários e marqueteiros políticos da história do Brasil.

Não existe quem conteste a capacidade de leitura e de trabalho de João Santana.

Nos estados da Paraíba e do Ceará, quem o procurou apenas para uma consultoria na campanha, o valor conversado e confirmado a esse comunicador chegou aos R$ 5 milhões, apenas para consultoria e estruturação da equipe.

Na campanha do menino do chafariz de Mossoró, o próprio João e sua irmã, assumirão as rédeas.

Allyson já mostrou na pré-campanha que dinheiro não será problema para se tornar governador.

A matemática de Mossoró nunca foi tão eficiente.

Será?

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27 - abr/26

Foto: Freepik

O endividamento das famílias brasileiras atingiu o maior nível da série histórica do Banco Central e passou a pressionar o debate econômico em meio ao início da corrida eleitoral. Em fevereiro, o indicador chegou a 49,9% da renda, segundo o Relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgado nesta segunda-feira (27).

Segundo o documento, o comprometimento da renda das pessoas físicas também avançou no período, quando alcançou 29,7%. É uma alta de 0,2 p.p. no mês e 1,9 p.p em 12 meses.

Os dados do Banco Central mostram que 10,63% da renda das famílias é destinada ao pagamento dos juros da dívida. Outra fatia, cerca de 19%, vai para honrar o principal.

O avanço do endividamento das famílias está na mira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que prepara um pacote para mudar este cenário. A equipe econômica gesta um Desenrola 2.0 para que a população renegocie suas dívidas a partir de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Vilões do endividamento

O novo programa do governo federal para reduzir o endividamento das famílias brasileiras deve trazer mecanismos que “travam” determinados tipos de empréstimo para quem se beneficiar com as medidas. A ideia é que as pessoas contempladas assumam o compromisso de não adquirir novas linhas de crédito consideradas mais caras, como o rotativo do cartão de crédito.

Em março, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo variou para 428,3%. Embora seja uma dívida cara, a concessão de crédito nesta modalidade somou R$ 109,7 bilhões nos três primeiros meses de 2026.

O uso do cartão de crédito rotativo subiu 9,7% no período. No primeiro trimestre de 2025, a concessão somou R$ 99,9 bilhões.

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27 - abr/26

Foto: reprodução

O homem que abriu fogo durante um jantar com o presidente dos EUA, Donald Trump, foi formalmente acusado de tentar assassinar o líder americano. Cole Thomas Allen, de 31 anos, participou nesta segunda-feira da primeira audiência em um tribunal de Washington.

Segundo documentos judiciais, ele responde inicialmente por três crimes. Promotores afirmam que Allen foi à capital armado com espingarda, pistola e facas, com intenção de cometer um “assassinato político”, de acordo com o jornal The New York Times.

Durante a audiência, o acusado permaneceu calmo e não apresentou declaração de culpa ou inocência. A Justiça determinou sua custódia temporária e marcou nova audiência para quinta-feira (30).

De acordo com a procuradora Jeanine Pirro, Allen também foi acusado de porte de arma de fogo e de agredir um agente federal com arma perigosa. O disparo atingiu um agente do Serviço Secreto, que não se feriu por usar colete à prova de balas. Outras acusações ainda podem ser incluídas.

O ataque ocorreu na noite de sábado (25), durante o White House Correspondents’ Dinner. Após os tiros, Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance foram retirados do local por agentes do Serviço Secreto.

Allen foi contido no local. Ele não tinha antecedentes criminais, e a motivação do ataque segue sob investigação. Relatos indicam que o esquema de segurança na entrada do evento foi considerado pouco rigoroso.

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27 - abr/26

Em mais uma ação de cuidado com quem mais precisa, a gestão da prefeita Nilda realizou nesta segunda-feira (27) a entrega de kits Natalidade para mais de 36 mães atendidas pelo CRAS de Passagem de Areia, beneficiando também moradoras da comunidade de Moita Verde. A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Parnamirim com a assistência social e o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade.

Os kits, que foram reforçados e melhorados pela atual gestão, contam com itens essenciais para os primeiros cuidados com o bebê, como banheira, fraldas de melhor qualidade, sabonete líquido glicerinado, shampoo, colônia, entre outros produtos que garantem mais dignidade e segurança para mães e recém-nascidos.

A prefeita Nilda destacou que a ação vai além da entrega de itens materiais e representa acolhimento e cuidado com as famílias que mais precisam: “Nosso compromisso é cuidar das pessoas e garantir que essas mães tenham mais tranquilidade e dignidade nesse momento tão especial e delicado que é a chegada de um filho. Melhoramos os kits justamente para oferecer mais qualidade e mais respeito a quem precisa do apoio da gestão pública”, afirmou.

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26 - abr/26

  • Atrasos são comuns em todo o país, mas exposições públicas ganham tom político no RN

A cobrança de artistas por cachês atrasados junto a prefeituras não é novidade e tem sido uma prática recorrente em todo o Brasil. Contratações para eventos como São João, carnavais, réveillons e festas de padroeiros costumam envolver prazos que nem sempre são cumpridos à risca pelos municípios.

Recentemente, a cantora Taty Girl utilizou as redes sociais para cobrar pagamentos referentes a apresentações realizadas ainda no São João do ano passado, situação que se repete com diversos artistas e agências pelo país. No Rio Grande do Norte, o tema voltou à tona com a cobrança pública do cantor Beto Barbosa à Prefeitura de Natal, referente ao Réveillon.

Nos bastidores, no entanto, a leitura de parte do meio político é de que essas cobranças públicas, passam a ganhar outro peso em períodos de pré-campanha eleitoral. A exposição dos débitos pode ser interpretada como instrumento que acaba atingindo diretamente a imagem de gestores e pré-candidatos.

Casos semelhantes já ocorreram no estado, como a denúncia feita pelo artista plástico Túlio Ratto, de Mossoró, que cobrou publicamente pagamentos por obras adquiridas pela prefeitura local. Situações como essa reforçam que atrasos existem, mas também levantam o debate sobre a forma e o momento em que essas cobranças vêm à tona.

O fato é que, sendo rotina administrativa ou não, o tema dos pagamentos a artistas entrou de vez no debate público — e, em tempos eleitorais, acaba sendo utilizado também como ferramenta de disputa política.

Clique em cima da nota e veja que Alysson não pagou ao artista:

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