02 - jan/26

O ano de 2026 já começa com aumento no custo de vida no Rio Grande do Norte. Desde 1º de janeiro, passaram a valer os novos valores do ICMS sobre gasolina, diesel/biodiesel e gás de cozinha (GLP), reajuste que deve ser sentido rapidamente nas bombas de combustível e no preço do botijão.

A mudança foi definida pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária ) e adotada simultaneamente em todos os estados, com cobrança por valores fixos, por litro ou quilo, em vez de percentual sobre o preço final.

Com o reajuste:

Gasolina passou de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro (+R$ 0,10);

Diesel e biodiesel, de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro (+R$ 0,05);

Gás de cozinha (GLP) teve alta de cerca de R$ 0,08 por quilo, o que representa aproximadamente R$ 1,05 a mais no botijão de 13 kg.

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02 - jan/26

Um levantamento mostra que 992 presos não retornaram às cadeias do Rio de Janeiro em 2025 após saídas temporárias. Entre os foragidos há chefes do Comando Vermelho do Rio e de outros estados, segundo dados obtidos pelo jornal ‘O Globo’. No Natal, 1.848 detentos receberam o benefício e deveriam se reapresentar até a noite desta terça-feira.

Em 2025, a Justiça autorizou saídas em cinco datas: Páscoa (1.456 presos), Dia das Mães (1.260), Dia dos Pais (1.672), Dia das Crianças (1.756) e Natal (1.848). No ano passado, uma lei passou a proibir o benefício a condenados por crimes hediondos ou com violência, e o governo do RJ endureceu regras ao considerar vínculos com facções.

Os evadidos em 2025 por facção*:

Comando Vermelho: 635
Terceiro Comando Puro: 163
Amigos dos Amigos: 63
Povo de Israel: 69
Neutros e milícia: 58
*Dados da Secretaria de Administração Penitenciária do RJ

Entre os foragidos estão Honório de Pereira de Jesus, condenado por tráfico e roubo, que não retornou após a saída do Dia das Crianças, e Roger Pereira Moizinho, o Macarrão, apontado como liderança do CV em Minas Gerais, que não voltou após a saída do Dia dos Pais. O Ministério Público foi contrário aos benefícios, mas as decisões judiciais autorizaram as saídas. As defesas não foram localizadas pela reportagem do ‘O Globo‘.

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02 - jan/26

O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, voltou a enfrentar problemas no serviço de tomografia após a quebra do único equipamento em funcionamento nesta sexta-feira (2). A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

A unidade possuía dois tomógrafos antigos; um deles já foi substituído por um novo aparelho, que ainda está em fase de instalação. Com a pane no equipamento remanescente, pacientes que precisam do exame estão sendo redirecionados para outros hospitais da rede estadual.

Segundo a direção do HWG, o novo tomógrafo recebido nos últimos dias de 2025 já foi instalado fisicamente, mas aguarda a conclusão da parte elétrica, serviço executado por uma empresa especializada de Minas Gerais.

Não há prazo para a normalização total do atendimento. Enquanto isso, os exames seguem sendo realizados em outras unidades, conforme a disponibilidade, para evitar a interrupção da assistência.

Com informações de 98 FM Natal

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02 - jan/26

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta sexta-feira (2) aos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Flávio, Carlos e Renan, a visitarem o pai sem a necessidade de nova autorização judicial.

A visita, no entanto, deve ser dentro dos horários definidos pela portaria da PF (Polícia Federal), que prevê que elas ocorram nas terças e quintas, entre 9h e 11h, sendo apenas duas pessoas por dia e com a limitação de 30 minutos cada.

Segundo a decisão, os filhos Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Laura Bolsonaro, e a enteada, Leticia da Silva, podem visitar o ex-presidente sem a necessidade de uma nova autorização judicial.

Bolsonaro voltou para a Superintendência da PF para cumprir a pena dos 27 anos de prisão após ter um novo pedido de domiciliar negado por Moraes.

Antes de voltar para o regime fechado, o ex-presidente estava internado no hospital DF Star, em Brasília, onde passou por exames e cirurgias.

CNN Brasil

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02 - jan/26

O governo federal definiu o próximo mês de julho de 2026 como o marco final para a subida gradual do imposto de importação. A partir desta data, carros elétricos, híbridos plug-in e híbridos convencionais trazidos de fora pagarão uma alíquota única de 35%.

Atualmente, os híbridos convencionais (HEV) são taxados em 30%, os híbridos plug-in (PHEV) em 28% e os elétricos a bateria (BEV) em 25%.

O aumento faz parte de um cronograma de aumento gradual aprovado em novembro de 2023 pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Esta medida representa o teto do cronograma iniciado no fim de 2023, que visa estimular a produção nacional e atendeu um pedido da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A justificativa da associação é impedir que o mercado seja invadido por modelos importados, afetando as fábricas brasileiras.

A mudança programada para o segundo semestre de 2026 elimina essas distinções por eficiência energética na importação plena, nivelando todas as categorias no topo da tabela:

Com informações de g1 e Quatro Rodas

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02 - jan/26

Ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Filipe Martins foi preso na manhã desta sexta-feira (2) por policiais federais em sua casa, na cidade de Ponta Grossa (PR).

O cumprimento do mandado de prisão se deu após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Vale lembrar que em 26 de dezembro ele também determinou a prisão domiciliar de Martins e de outros nove réus no processo sob a justificativa de que havia risco de fuga.

Três dias depois, Moraes buscou saber com a defesa do ex-assessor de Bolsonaro uma possível violação das medidas cautelares. O ministro justificou o pedido ao alegar que Martins acessou o perfil no LinkedIn, naquele mesmo dia, para buscar perfis de terceiros.

Filipe Martins foi condenado pelo STF a 21 anos e seis meses de prisão. Como a condenação ainda não havia transitado em julgado, ele ainda estava em liberdade.

Metrópoles

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02 - jan/26

O início de 2026 marcou uma mudança que já começa a pesar no bolso de quem trabalha por conta própria. Com novas exigências fiscais em vigor, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a alcançar diretamente profissionais informais, como cabeleireiros, pedreiros, eletricistas, diaristas e professores particulares, que agora entram no radar da Receita Federal.

Na prática, autônomos que emitem nota fiscal no próprio CPF ficam sujeitos a uma carga tributária que pode chegar a 25% do faturamento. A obrigação vale mesmo para quem não possui empresa formalizada, o que gera apreensão entre trabalhadores que antes atuavam à margem do sistema tributário tradicional.

Há, porém, alternativas pouco divulgadas. A emissão de nota via CNPJ reduz drasticamente a tributação, e a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) permite o pagamento apenas do DAS, com valor mensal em torno de R$ 80, englobando impostos e contribuição previdenciária.

Críticos do governo afirmam que a medida amplia a arrecadação às custas dos mais vulneráveis e reforça a percepção de avanço do Estado sobre rendas informais. A crítica ecoa discursos de líderes liberais, como o presidente argentino Javier Milei, que classificou a tributação excessiva como um obstáculo à liberdade econômica e à sobrevivência de pequenos trabalhadores.

Com informações do Diário do Poder

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02 - jan/26

Relatórios divulgados em dezembro de 2025 pela Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, e pelo Ipea, vinculado ao próprio governo federal, convergem em um diagnóstico preocupante: a política fiscal do governo Lula até cumpre o arcabouço na forma, mas perde credibilidade e se mostra incapaz de estabilizar a dívida pública no médio prazo.

No Relatório de Acompanhamento Fiscal, a IFI afirma que o excesso de exceções às regras enfraqueceu o regime fiscal. O órgão destaca que despesas como precatórios, gastos com defesa, investimentos do PAC, ressarcimentos do INSS e a reestruturação dos Correios foram retiradas do cálculo do resultado primário, somando mais de R$ 170 bilhões fora das regras nos três primeiros anos do novo arcabouço.

Outro ponto sensível é a mudança na LDO de 2026, que passou a permitir a busca pelo piso da meta fiscal após entendimento do TCU. Para a IFI, a alteração representa um rebaixamento prático das metas e desloca o debate para a trajetória da dívida em relação ao PIB. O relatório é direto ao afirmar que os números “revelam inequivocamente a insustentabilidade do atual regime fiscal”.

Para 2026, a IFI projeta deficit primário de R$ 26,5 bilhões, mesmo após deduções expressivas, e alerta que o cumprimento da meta exigirá forte contingenciamento de despesas discricionárias. No médio prazo, o espaço fiscal tende a desaparecer, com risco de colapso já a partir de 2028.

O Ipea adota tom mais técnico, mas reconhece as mesmas tensões. O instituto aponta dificuldades para conciliar crescimento econômico, ampliação de gastos sociais e controle fiscal em um orçamento engessado, além de destacar limites políticos para aumento de receitas e corte de despesas. Até novembro de 2025, o deficit primário acumulado chegou a R$ 75,7 bilhões, enquanto Lula sancionou o Orçamento de 2026 com veto a 26 dispositivos aprovados pelo Congresso.

Com informações do Poder360

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02 - jan/26

A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.

Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.

O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.

Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.

Com informações da CNN

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02 - jan/26

O presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos intervirão se o Irã matar manifestantes pacíficos que protestam contra a crise econômica no país do Oriente Médio.

“Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, o que é de seu costume, os Estados Unidos da América virão em seu socorro. Estamos carregados e prontos para agir”, escreveu ele no Truth Social nesta sexta-feira (2).

Dezenas de manifestantes saíram às ruas em várias províncias do Irã esta semana, com algumas protestos terminando em confrontos com a polícia.

As autoridades iranianas alertaram contra a intervenção dos EUA nos assuntos internos do país. Ali Larijani, chefe da segurança nacional do Irã, disse no X que a interferência americana provocaria “perturbação em toda a região e a destruição dos interesses americanos”.

CNN

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02 - jan/26

Mesmo durante o recesso, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) intensificaram articulações para reagir a uma eventual liminar do ministro Jhonatan de Jesus que poderia reverter a liquidação do Banco Master, determinada pelo Banco Central. A movimentação ganhou força com a proximidade da acareação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal (STF), elevando a tensão nos bastidores da Corte.

A informação é do blog da Malu Gaspar, do O Globo. O relator do caso no TCU não conta com apoio majoritário para desfazer a liquidação, mas uma decisão individual durante o recesso poderia restabelecer temporariamente o funcionamento do banco até fevereiro de 2026. Diante desse risco, parte dos ministros passou a defender a convocação de uma sessão extraordinária para analisar e derrubar rapidamente qualquer liminar, estratégia vista como necessária para evitar uma reviravolta institucional.

O Banco Master foi liquidado em novembro após o Banco Central e a Polícia Federal identificarem uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo a compra de papéis sem lastro pelo BRB, que tentou adquirir a instituição em meio a forte lobby político. A operação foi barrada pelo BC em setembro, o que desencadeou disputas judiciais e questionamentos no TCU.

Jhonatan de Jesus colocou a atuação do Banco Central sob escrutínio ao cobrar explicações sobre a liquidação, citando possível “precipitação” na adoção de uma “medida extrema”, o que gerou receio de interferência na autonomia do regulador. O BC já entregou documentos ao Tribunal, que seguem sob análise técnica e tramitam em sigilo por decisão do relator.

Nos bastidores, ministros avaliam que uma eventual derrota em plenário poderia custar ao relator o controle do processo, já que o regimento prevê redistribuição da relatoria nesses casos. O episódio ocorre em paralelo às investigações conduzidas no STF, onde Toffoli manteve a acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e representantes do BC, ampliando a pressão institucional em torno do caso.

Com informações do O Globo

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01 - jan/26

O pequeno Yan Gabriel, morador do bairro Dom Elizeu, de apenas dois anos de idade, foi a primeira criança atendida na UPA de Assú neste 1º de janeiro de 2026. O atendimento foi realizado pelo médico especialista em pediatria, Dr. Felipe Barbosa. A mãe, Antônia Rivanilda, comemorou o acolhimento imediato do filho, que apresentava febre há quatro dias, além de tosse e congestão nasal.

O atendimento marca o início de um novo ano com mais cuidado e atenção à saúde infantil. A partir do primeiro dia de janeiro, a UPA de Assú passou a ofertar atendimento pediátrico diário, das 7h da manhã às 19h da noite, todos os dias da semana, fortalecendo a rede de urgência e reafirmando o compromisso da gestão municipal com as famílias e com o futuro da cidade.

A iniciativa havia sido anunciada pelo prefeito de Assú, Lula Soares, ainda na segunda-feira, dia 29 de dezembro, durante entrevista à Rádio Princesa. O anúncio foi confirmado e, já no primeiro dia do ano de 2026, crianças começaram a ser atendidas na unidade, garantindo mais segurança e tranquilidade para os pais e responsáveis.

“A gente trabalha todos os dias. Não existe feriado pra gente quando o assunto é cuidar das pessoas. Garantir atendimento pediátrico no primeiro dia do ano confirma o quanto a saúde de Assú tem avançado e mostra que a gente vai avançar ainda mais. Fico feliz pelo pequeno Yan e por todas as crianças”, destacou o prefeito Lula Soares.

A saúde de Assú vive um momento de grandes transformações. Além dessa nova novidade na UPA, está em andamento a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Nova Esperança. Somado a isso, duas novas UBS estão sendo construídas: a UBS Central e a UBS Dom Elizeu. O município também avança com a implantação do Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), ampliando o acesso a atendimentos especializados.

Outro importante avanço é a parceria com a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer, que permitirá a implantação de uma unidade da Liga em Assú. As obras seguem em ritmo acelerado, com previsão de funcionamento em 2026. O terreno para a construção foi doado por um empresário e outorgado pela Prefeitura do Assú, enquanto os recursos estão sendo viabilizados por meio de emenda de bancada, indicada pelo deputado federal Sargento Gonçalves.

Com ações concretas, investimentos contínuos e trabalho diário, a Prefeitura do Assú reafirma o compromisso de fortalecer a rede de saúde, garantindo mais dignidade, cuidado e qualidade de vida para toda a população.

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