09 - fev/26

De acordo com o TJRN, a iniciativa atende a uma demanda crescente identificada pela Secretaria de Gestão Estratégica. A ação focará em processos distribuídos nos anos de 2022 e 2023 que ainda aguardam a realização de audiências.

Segundo o juiz auxiliar da Presidência, Bruno Lacerda, o mutirão busca enfrentar o acúmulo processual decorrente do aumento das notificações de violência. “O objetivo é acelerar o andamento, especialmente em casos que aguardavam instrução há quase quatro anos”, explicou o magistrado.

Para viabilizar a realização, o TJRN divulgou que foram designados dois juízes adicionais para cada unidade, que atuarão com jurisdição integral. O reforço também inclui o apoio do Núcleo de Apoio às Secretarias Unificadas para agilizar intimações e a designação de quatro oficiais de Justiça dedicados prioritariamente ao cumprimento de mandados.

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