05 - jan/26

Em carta pública endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, classifica como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”. Presidente interina da Venezuela propõe agenda de cooperação com os EUA em carta enviada a Trump – Agora RNPresidente interina da Venezuela propõe agenda de cooperação com os EUA em carta enviada a Trump – Agora RN

No documento, divulgado nas redes sociais, Delcy faz um convite ao governo dos EUA para trabalharem conjuntamente em uma agenda de cooperação, voltada ao desenvolvimento compartilhado, no marco da legalidade internacional e de forma a fortalecer “uma convivência
comunitária duradoura”.

AGORA RN / AGÊNCIA BRASIL

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05 - jan/26

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (4) que “é preciso fazer algo em relação ao México” e que os cartéis de drogas são “muito fortes e governam o país”, o que é uma ameaça direta aos Estados Unidos.

Trump afirmou ainda, em entrevista coletiva a bordo do avião presidencial, que, em todas as conversas que mantém com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, oferece o envio de tropas americanas para combater o crime organizado. Mas, de acordo com o presidente americano, Sheinbaum tem “medo” de enfrentar os cartéis.

O presidente americano não detalhou se há planos concretos para uma ação militar no México, mas disse que Washington seguirá pressionando para conter o tráfico de drogas e a atuação das organizações criminosas que operam a partir do país vizinho.

Estadão Conteudo

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05 - jan/26

As correntes de retorno, conhecidas popularmente como correntezas, estão entre as principais causas de afogamentos no litoral do Rio Grande do Norte. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do RN (CBMRN), o fenômeno natural consiste em fluxos fortes de água que se formam no mar e podem arrastar banhistas para longe da praia.

Esse cenário já havia sido alertado pelo corporação nas redes sociais no mês de dezembro de 2025, como forma de prevenção diante da chegada do verão, que resulta no aumento no fluxo de potiguares e turistas nas praias do Rio Grande do Norte.

O alerta chama ainda mais atenção diante do caso da morte de uma jovem vítima de afogamento, que foi arrastada por uma correnteza na praia de Tabatinga, no município de Nísia Floresta, na região Metropolitana de Natal. Ela estava junto com outras três pessoas, que conseguiram ser resgatadas pelos Bombeiros

De acordo com o CBMRN, a corrente de retorno costuma enganar quem entra no mar, sendo classificada como uma “armadilha invisível”. “Sabe aquela parte do mar que parece mais calma? Cuidado. Ela pode significar uma corrente de retorno. Ela puxa você para longe da praia e muita gente entra aqui achando que é seguro”, esclarece.

Entre as principais características estão a mudança na coloração da água, que costuma ficar mais escura em determinado ponto, e a menor formação de ondas naquela região. Esse cenário ocorre porque, com a variação da maré, formam-se valas ou buracos no fundo do mar.

“A formação das ondas por esse local é menor e nesse local a água retorna para o mar com mais força, mais violência. Isso acontece porque com a alta e a baixa da maré ela forma um buraco, uma vala. Quando a onda vem ela retorna por aqui, que é um banco de areia, por aqui e também pela vala. Por aqui só que ela volta com mais violência e isso se caracteriza com a corrente de retorno”, explica o guarda-vidas Wellington.

Caso seja pego por uma corrente de retorno, a principal orientação é não lutar contra a força da água. Nadar diretamente contra a corrente pode causar cansaço extremo e aumentar o risco de afogamento.

TRIBUNA DO NORTE

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05 - jan/26

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (4) a Colômbia com uma possível ação militar, um dia após a ofensiva americana na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Em declarações a jornalistas a bordo do avião presidencial, Trump criticou o presidente colombiano, Gustavo Petro, acusando o país de produzir e exportar cocaína para os EUA. “Ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, afirmou.

Questionado sobre uma eventual operação militar, Trump disse que uma “Operação Colômbia” seria “uma boa ideia”. O presidente americano também mencionou o México, ao citar o tráfico de drogas, e afirmou que Cuba “parece prestes a ruir” sem necessidade de intervenção externa.

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05 - jan/26

Durante a campanha de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu o que chamou de ‘revogaço’. Disse que iria rever decretos de sigilo do governo Jair Bolsonaro e que faria uma gestão transparente.

No entanto, entre 2023 e 2025, o governo Lula não só manteve como ampliou a aplicação de sigilos sobre informações públicas.

Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) e de relatórios independentes indicam a imposição de 3.287 sigilos no período, com restrições que incluem informações sobre viagens oficiais, gastos públicos e dados relacionados a empresários.

Em 2023, primeiro ano do atual mandato, foram registrados 1.339 pedidos de informação classificados com sigilo de até 100 anos. Em comparação, no último ano do governo Bolsonaro, em 2022, houve 1.332 registros do mesmo tipo.

Os levantamentos apontam ainda que 16% dos pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) foram negados na atual gestão.

Com informações da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder

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05 - jan/26

Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

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05 - jan/26

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou o Irã no domingo (4) sobre uma forte resposta caso as forças de segurança intensifiquem a violência contra os manifestantes no país do Oriente Médio.

“Estamos acompanhando de perto. Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos Estados Unidos”, declarou Trump a repórteres ao ser questionado sobre os protestos no Irã.

Pelo menos 16 pessoas foram mortas durante uma semana de manifestações no país, segundo grupos de direitos humanos no domingo, enquanto as manifestações contra a inflação crescente se espalhavam pelo país, provocando confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança.

Trump havia ameaçado anteriormente ajudar os manifestantes caso enfrentassem violência, dizendo na sexta-feira (2): “Estamos prontos para agir”, sem especificar quais ações estava considerando.

Essa advertência provocou ameaças de retaliação contra as forças americanas na região por parte de altos funcionários iranianos. O Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, afirmou que o Irã “não se renderá ao inimigo”.

CNN

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05 - jan/26

O presidente deposto da Venezuela Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) deixou na manhã desta 2ª feira (5.jan.2026) a prisão em que está em Nova York (EUA) e foi transportado a um tribunal da cidade norte-americana. A audiência está marcada para as 12h no horário local de Nova York (14h em Brasília).

O venezuelano fez parte do transporte de helicóptero e, depois, foi transferido para um veículo. Estava acompanhado de diversos agentes. Ao sair do helicóptero, Maduro aparentou estar mancando. Além dele, sua mulher, Cilia Flores, também foi levada ao tribunal.

Nesta 2ª feira (5.jan), o juiz deverá tratar de procedimentos iniciais, como leitura formal das acusações, direitos do réu e definição sobre custódia. A medida se dá 2 dias depois de Maduro ser capturado pelas forças norte-americanas, sob o governo de Donald Trump (Partido Republicano).

O venezuelano enfrenta acusações de narcoterrorismo, importação de cocaína para os EUA e crimes relacionados a armas.

Poder360

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04 - jan/26

Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram neste domingo (4) uma nota conjunta expressando preocupação com a situação na Venezuela após a operação militar dos Estados Unidos.

A nota, divulgada pelo Itamaraty e pelo governo da Colômbia, ainda faz um apelo para que a ONU (Organização das Nações Unidas) faça uso de seus ofícios para contribuir para uma “desescalada” das tensões na região.

O grupo destaca que não deve haver ingerência externa e que apenas um processo político inclusivo, conduzido pelos próprios venezuelanos, pode levar a uma solução democrática e sustentável.

O comunicado alerta para qualquer tentativa de controle governamental ou apropriação externa de recursos naturais, o que, segundo os países, viola o direito internacional e ameaça a estabilidade regional.

A manifestação ocorre após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA. O presidente Donald Trump afirmou que Washington poderá administrar a Venezuela durante um período de transição, além de indicar forte interesse no setor petrolífero do país.

Na nota, os seis países defendem uma solução exclusivamente pacífica, liderada pelos próprios venezuelanos, e pedem que a ONU atue para reduzir as tensões. O grupo também ressalta a América Latina e o Caribe como zona de paz e afirma que ações militares unilaterais criam um precedente perigoso para a segurança regional e a população civil.

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04 - jan/26

A União Europeia afirmou neste domingo (4) que a restauração da democracia na Venezuela depende do respeito à vontade do povo venezuelano. A posição foi expressa em uma nota conjunta assinada por 26 dos 27 países do bloco — a Hungria ficou de fora.

O comunicado pede calma e contenção para evitar a escalada do conflito e defende uma transição política pacífica, baseada na vontade popular. A UE reiterou que Nicolás Maduro não possui legitimidade democrática e que a crise deve ser resolvida dentro do direito internacional.

“O respeito à vontade do povo venezuelano continua sendo o único caminho para que a Venezuela restaure a democracia e resolva a crise atual”, diz o comunicado.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também manifestou solidariedade ao povo venezuelano e reforçou o apoio a uma transição democrática, afirmando que a União acompanha de perto a situação e presta assistência aos cidadãos europeus no país.

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04 - jan/26

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um alerta direto à vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu interinamente o comando do país após a captura de Nicolás Maduro. Em entrevista à revista The Atlantic, Trump afirmou que ela “pagará um preço muito alto” caso não “faça o que é certo”.

A Suprema Corte venezuelana determinou que Rodríguez exerça os poderes presidenciais de forma interina, decisão que recebeu apoio das Forças Armadas do país, mesmo com críticas à operação militar conduzida pelos EUA.

Diante de críticas de aliados políticos à intervenção, Trump defendeu a mudança de regime na Venezuela, afirmando que “reconstruir e mudar o regime” é melhor do que manter a situação atual, que, segundo ele, “não pode piorar

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04 - jan/26

O papa Leão XIV afirmou neste domingo (4) que a Venezuela deve permanecer um país independente e disse acompanhar com “muita preocupação” os desdobramentos após a deposição de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

Durante a oração na Praça de São Pedro, o pontífice pediu respeito aos direitos humanos, ao Estado de Direito e à Constituição venezuelana. “Não devemos demorar para superar a violência e trilhar os caminhos da justiça e da paz, garantindo a soberania do país”, declarou.

Leão XIV também ressaltou que “o bem do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração”. No sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Venezuela após a captura de Maduro, que está detido em Nova York.

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