O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou no domingo (4) que cubanos atuavam na segurança pessoal do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro.
Em publicação nas redes sociais, ele homenageou “combatentes cubanos” mortos durante a operação dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro e de sua esposa, afirmando que eles ajudavam a proteger o casal a pedido da Venezuela.
“Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que tombaram enfrentando terroristas vestindo uniforme imperial, que sequestraram e removeram ilegalmente de seu país o presidente da Venezuela e sua esposa, cujas vidas eles estavam ajudando a proteger as nossas a pedido daquela nação irmã“, escreveu Díaz-Canel no X.
Segundo a agência estatal Prensa Latina, o governo cubano decretou dois dias de luto em homenagem aos mortos, descritos como integrantes das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior. O texto diz que eles morreram em confrontos diretos ou em bombardeios durante a ação militar dos EUA na Venezuela.
O jornal oficial Granma informou que 32 cubanos perderam a vida na operação americana em território venezuelano.