A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), agendou para o dia 26 de janeiro, às 9h, a licitação na modalidade concorrência eletrônica para a contratação da empresa responsável pela construção da Cidade Social, no bairro da Redinha, Zona Norte da capital potiguar. O projeto foi divulgado em primeira mão pelo AGORA RN em maio do ano passado.
Nas redes sociais, a secretária municipal do Trabalho e Assistência Social, Nina Souza, afirmou que a obra será realizada ainda neste semestre. “A Cidade Social nada mais é do que um conglomerado de serviços da assistência social, fazendo com que as pessoas que precisam do serviço cheguem num só espaço e lá elas resolvam todas as suas preocupações. Vamos ter creches, cozinha comunitária, horta, área de lazer. Essa obra vai mudar e muito a assistência social de Natal”, disse.
De acordo com o aviso publicado pela Seinfra no Diário Oficial do Município (DOM) desta sexta-feira 9, o processo tem como objetivo selecionar uma empresa especializada nas áreas de engenharia ou arquitetura para executar a obra, em conformidade com as normas técnicas vigentes e as diretrizes da Prefeitura do Natal. O projeto integra as ações de infraestrutura urbana voltadas à região da Zona Norte.
A licitação está vinculada ao processo nº 20251594750, referente à Concorrência Eletrônica nº 22.027/2025, e será conduzida de forma totalmente digital. Os interessados poderão acessar todas as informações e documentos do certame por meio do Portal de Compras do Município de Natal.
O aviso é assinado por Tércio Cabral Pinheiro, pregoeiro e agente de contratação da Seinfra.
Cidade Social
A ideia é que a Cidade Social seja um complexo que vai concentrar em um único espaço diversos equipamentos públicos voltados à assistência social. Coordenado pela Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), o projeto prevê a instalação de unidades como Cras, Creas, centros de acolhimento e um centro de convivência, reunindo atendimentos hoje espalhados por diferentes bairros.
A iniciativa surgiu diante do diagnóstico de que 42 dos 43 equipamentos da Semtas funcionam atualmente em prédios alugados, muitos deles com problemas estruturais e até demandas judiciais para reforma.
Em parceria com o senador Styvenson Valentim (PSDB), que destinou R$ 8 milhões em emendas parlamentares, a Prefeitura decidiu centralizar os serviços em um terreno na Zona Norte onde já funciona o Cras África, com o objetivo de reduzir gastos com aluguel, melhorar a infraestrutura e ampliar a qualidade do atendimento à população em situação de vulnerabilidade.
NOTÍCIAS RELACIONADAS